Muito temos falado sobre Cidadania no Brasil; contudo, sua prática efetiva é um grande desafio que permeia toda a sociedade.

Nos últimos anos, procurei fazer uma necessária reflexão sobre meu exercício pessoal da cidadania. Pelos dicionários, cidadão é o "Indivíduo no gozo dos seus direitos civis e políticos de um Estado, ou no desempenho dos seus deveres para com este". Portanto, bastaria morarmos numa cidade, cumprirmos as obrigações para com o Estado e desfrutarmos de alguns direitos para sermos cidadãos.

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Muito temos falado sobre Cidadania no Brasil; contudo, sua prática efetiva é um grande desafio que permeia toda a sociedade.

Nos últimos anos, procurei fazer uma necessária reflexão sobre meu exercício pessoal da cidadania. Pelos dicionários, cidadão é o "Indivíduo no gozo dos seus direitos civis e políticos de um Estado, ou no desempenho dos seus deveres para com este". Portanto, bastaria morarmos numa cidade, cumprirmos as obrigações para com o Estado e desfrutarmos de alguns direitos para sermos cidadãos.

Apesar dos pequenos-grandes avanços das últimas décadas, muito temos a caminhar para aprofundar a noção de si mesmo em cada indivíduo e do seu papel social. Votamos, desfrutamos de alguns direitos, cumprimos os deveres, mas não nos empenhamos em criar condições para participar das decisões. Consideramos suficiente que os governantes pensem, decidam e façam o que julgam adequado a todos. Entregues à suposta "democracia representativa", com distanciamento e conformismo, esperamos, no máximo, que os governantes cumpram suas principais promessas eleitorais e realizem uma gestão "moralmente" exemplar. E achamos tudo isso muito natural! Falta-nos certamente a consciência da importância da verdadeira participação.

Indagamos: é possível alguém exercer a cidadania sem o conhecimento da essência dos direitos e deveres e sem participar das decisões que interessam à comunidade em que vive?

Uma resposta plenamente satisfatória vem da interpretação de Charles Handy: "Cidadania é a oportunidade de influir sobre o lugar a que você pertence". Assim, podemos perceber que a existência da cidadania está vinculada ao grau de participação e influência do indivíduo nas questões de interesse comum da localidade onde vive, o que demanda conhecimento e discernimento.

A Constituição Federal de 1988, no seu artigo primeiro, anuncia que a República Federativa do Brasil se constitui em um Estado Democrático de Direito e tem a cidadania como um dos seus fundamentos. Sabemos que no Brasil o envolvimento das pessoas nos assuntos de interesse da coletividade ainda é muito reduzido e um privilégio de poucos. Partilho a compreensão de que carecemos de elementos essenciais para o exercício da verdadeira cidadania.

Nas palavras do teólogo e escritor Frei Betto: "Quem não gosta de política é governado por quem gosta"… Nesse sentido, precisamos ter sempre presente que Política é qualquer atitude dos cidadãos, seja ela passiva (não participar) ou ativa. Pois todos somos "seres políticos por natureza" e devemos exercer esse "poder" para que tenhamos mais uma ferramenta de transformação da realidade. Precisamos portanto reinventar a cidadania!

Em algumas regiões do país, as experiências com orçamentos municipais participativos, planos diretores distritais e criação de conselhos comunitários para fiscalização dos investimentos dos recursos públicos são bastante recentes e muito têm a amadurecer. Exercer a cidadania, portanto, é querer, poder e saber participar do gerenciamento ou administração de assuntos públicos; é estar engajado, integrado, vivamente interessado na vida sócio-político-administrativa do local onde se vive; é ter pleno conhecimento dos direitos e deveres, fazê-los respeitados e saber cumpri-los, com discernimento e liberdade; é ter e poder exercer a liberdade de escolha dos propósitos de vida; é ter acesso aos benefícios tecnológicos e do progresso geral da nossa sociedade.

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