Pela Ecologia Interna, somos todos convidados a uma percepção de comportamentos pessoais, com relação a hábitos de alimentação, troca de informações, conceitos e crenças, ligações com a natureza, com o universo, etc.

Perguntas pessoais podem ser profundamente reveladoras, tais como: Será que estou comendo demais? Será que estou dormindo pouco? Devo trabalhar menos? Como estou respirando? Será que eu ainda não consegui parar de fumar? Como tenho utilizado os recursos como água e energia elétrica na minha casa e local de trabalho? Há uso consciente e responsável dos mesmos? Como estão os "descartáveis" em minha vida? Como está minha relação direta com familiares e amigos? Como está a afetividade e o prazer em minha vida? Será que fico tempo demais ao telefone ou diante do microcomputador? O que tenho lido ultimamente e assistido na TV? Qual minha dieta de informações? Quais são meus principais entretenimentos e qual a qualidade dos mesmos? Será que minhas gavetas estão organizadas e livres de papéis ou objetos inúteis? Meus armários estão abarrotados de roupas e agasalhos que não uso há mais de um ano? Será que minha vida pessoal está mais complicada que o necessário?

Pela Ecologia Interna, somos todos convidados a uma percepção de comportamentos pessoais, com relação a hábitos de alimentação, troca de informações, conceitos e crenças, ligações com a natureza, com o universo, etc.

Perguntas pessoais podem ser profundamente reveladoras, tais como: Será que estou comendo demais? Será que estou dormindo pouco? Devo trabalhar menos? Como estou respirando? Será que eu ainda não consegui parar de fumar? Como tenho utilizado os recursos como água e energia elétrica na minha casa e local de trabalho? Há uso consciente e responsável dos mesmos? Como estão os "descartáveis" em minha vida? Como está minha relação direta com familiares e amigos? Como está a afetividade e o prazer em minha vida? Será que fico tempo demais ao telefone ou diante do microcomputador? O que tenho lido ultimamente e assistido na TV? Qual minha dieta de informações? Quais são meus principais entretenimentos e qual a qualidade dos mesmos? Será que minhas gavetas estão organizadas e livres de papéis ou objetos inúteis? Meus armários estão abarrotados de roupas e agasalhos que não uso há mais de um ano? Será que minha vida pessoal está mais complicada que o necessário?

Uma abordagem ecológica de viver nos convida continuamente a equilibrar dois aspectos da Vida: mantendo a nós mesmos (criando uma existência que funciona) e superando a nós mesmos (criando uma existência significativa).

A expressão "simplicidade voluntária" tem sido usada para reconhecer que viver de um modo mais simples, ou seja, questionar e eliminar complexidades desnecessárias em nossas vidas, é um caminho de respeito pelas necessidades de todos e uma maneira ecológica e mais cooperativa de gerarmos a sustentabilidade.

Viver algo voluntariamente é viver de modo intencional, consciente e deliberado. Viver de um modo mais simples é, essencialmente, livrar-nos de uma carga que não agrega valor ao nosso propósito, que nos distrai em relação ao que é, de fato, mais importante; é viver com mais leveza, mais organização pessoal e mais fluência.

Podemos perceber a simplicidade voluntária como uma maneira de viver que é externamente mais simples e internamente mais rica e significa perceber a vida como ela é.

Muito mais que uma mera mudança superficial no estilo de vida, uma percepção de simplicidade voluntária nos traz os seguintes aspectos:

Cada um de nós é de fato responsável para agir e restabelecer o equilíbrio em nossa relação com a natureza e recuperação do ambiente, visando a completa realização das potencialidades do homem e seu bem-estar.

A natureza, em sua infinita sabedoria e simplicidade, ensina alguns conceitos como sustentabilidade, interdependência, flexibilidade, cooperação e auto-organização.

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