O Comércio Justo é "uma parceria entre produtores e consumidores que trabalham para ultrapassar as dificuldades enfrentadas pelos primeiros, para aumentar o seu acesso ao mercado e para promover o processo de desenvolvimento sustentado. O Comércio Justo procura criar os meios e oportunidades para melhorar as condições de vida e de trabalho dos produtores, especialmente os pequenos produtores desfavorecidos. A sua missão é a de promover a equidade social, a proteção do ambiente e a confiança econômica através do comércio e da promoção de campanhas e conscientização"(definição da NEWS ! – Network of European World Shops, a rede européia de lojas de CJ).

O Comércio Justo é "uma parceria entre produtores e consumidores que trabalham para ultrapassar as dificuldades enfrentadas pelos primeiros, para aumentar o seu acesso ao mercado e para promover o processo de desenvolvimento sustentado. O Comércio Justo procura criar os meios e oportunidades para melhorar as condições de vida e de trabalho dos produtores, especialmente os pequenos produtores desfavorecidos. A sua missão é a de promover a equidade social, a proteção do ambiente e a confiança econômica através do comércio e da promoção de campanhas e conscientização"(definição da NEWS ! – Network of European World Shops, a rede européia de lojas de CJ).

Assim, os princípios do Comércio Justo são (ainda segundo a NEWS !):

Produtos comercializados

Os produtos comercializados variam do café e do chá ao papel reciclado, do cajú ao artesanato, do cacau ao vestuário, da música étnica aos jogos didáticos.

O comércio justo foi responsável pela geração, entre a "World Shops" européias, de 15 milhões de dólares (cerca de 2 milhões e 700 mil contos) de volume de negócios em 1996.

Quem está envolvido?

O movimento, nascido no Norte da Europa há cerca e quarenta anos, envolve hoje mais de cinco centenas de produtores no hemisfério Sul, múltiplas organizações de exportadores e importadores e cerca e 2.500 "World Shops" (lojas de comercialização de produtos "solidários") na Europa, onde o voluntariado coabita com a profissionalização.

Apesar da falta de enquadramento institucional desta forma de cooperação, o movimento do comércio justo goza já, na generalidade dos países europeus, de um considerável grau de reconhecimento público.

Quem é quem no comércio justo?

As "World Shops"

As "World Shops", ou lojas de comércio justo, orientam a sua atividade por um conjunto de critérios:

Os três componentes do comércio justo são indissociáveis: as vertentes de informação/conscietização e participação em campanhas devem necessariamente acompanhar a vertente de comercialização dos produtos "solidários".

Em resumo:

O comércio justo proporciona aos produtores um rendimento justo pelo seu trabalho e oferece-lhes pré-financiamento ou acesso a outras formas de crédito. É transparente quanto à estrutura, margens praticadas e a todos os aspectos da sua atividade. Procura organizar o comércio da forma mais direta possível, por forma a reduzir os custos e aproximar os intervenientes. Trabalha no sentido de estabelecer um mercado seguro para os produtores e fornece-lhes apoio sob a forma de formação, aconselhamento técnico, pesquisa de mercados e desenvolvimento de novos produtos. Fornece informação ao consumidor sobre os seus objetivos, a origem dos produtos, os produtores, as margens praticadas e as regras do comércio mundial. Promove os direitos humanos, das mulheres, crianças e minorias, bem como a igualdade de oportunidades entre os sexos. Procura minimizar o impacto dos métodos de produção, produtos e embalagens, por forma a garantir a sustentabilidade ambiental.

Todos somos responsáveis pelo Bem Viver de Todos !

Quando você consome produtos e serviços de empresas que exploram os trabalhadores e destroem o equilíbrio ecológico, você também e responsável por esses danos à humanidade.

Mas se você prática o consumo solidário, além de assegurar o seu bem viver, você contribui para suprimir a exploração dos trabalhadores a exploração dos trabalhadores e para manter o equilíbrio dos ecossistemas.

A prática do consumo, comércio, produção e crédito solidários é capaz de viabilizar a construção de uma nova sociedade, mais justa e ecologicamente equilibrada. Gera postos de trabalho e distribuição de renda, constituindo-se em uma alternativa viável para assegurar o bem viver do conjunto das sociedades.

Participe conosco deste projeto de organizar inúmeras Redes de Colaboração Solidária que visam promover as liberdades públicas e privadas, reafirmando sem exclusões, a dignidade de cada ser humano.

Para obter mais informações:


Fonte: http://homopage.esoterica.pt/~cidac/cjusto.html

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