02/13 2018

Atentos ao presente, ao global e ao local

A história das civilizações nos mostra que muitos impérios nasceram, tornaram-se grandes e poderosos e, mais cedo ou mais tarde, entraram em crise, atravessando uma fase de decadência até tornaram-se pó ou pouco mais que isso. As gerações contemporâneas testemunham um deslocamento do eixo de poder dos Estados Unidos da América para a China.

O processo de globalização econômica e, em parte também cultural, avança firme por todas as regiões do planeta. Recentemente, o Banco Mundial divulgou que em 1960 a proporção de renda entre os 20% mais ricos e os 20% mais pobres do mundo era de 30:1 e, atualmente, está em 75:1, sem sinais de desaceleração. Enquanto isso, nosso Brasil afundado num neocolonialismo, como mero exportador de produtos de mineração e da agropecuária e importador de bens industrializados e tecnológicos de alto valor agregado.

Na iniciativa de uma globalização política, a União Europeia enfrenta enormes desafios, vivenciando a chegada das ondas migratórias do norte da África e do oriente médio. Paralelamente, os governos dos países mais expressivos do mundo ocidental seguem com uma intensa propaganda do MEDO das populações ao terrorismo de fundamentalistas.

A ciência e a tecnologia seguem passos vertiginosos nos países centrais do capitalismo, com notáveis conquistas nos campos da biotecnologia, comunicação e informação, inteligência artificial e robótica, nanotecnologia, fontes de energia limpa e renovável, entre outros.

Em tempos de tecnologia block chain e criptomoedas (moedas digitais) causando grandes sensações, avizinha-se a unificação monetária. A ONU e o Fundo Monetário Internacional declararam interesse numa moeda mundial única. A internet já divulga que isto vai acontecer dentro de poucos anos, até 2020!

Pergunta-se: como fica o poder das comunidades, a valorização do local, o comércio local, integrando os princípios elementares da sustentabilidade?

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