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Na edição publicada em setembro de 2007 da Revista Excelência, da Fenassec (www.fenassec.com.br), o tema em pauta é Aquecimento Global. Como nós, cidadãos, empresas, poderes públicos e Terceiro Setor podemos diminuir os impactos do aquecimento global?  Eduardo Coutinho de Paula/CATALISA foi convidado para uma entrevista. Conheça ABAIXO na íntegra suas respostas para essas instigantes questões.

Excelência - O aquecimento global está trazendo uma série de reflexões no homem moderno, principalmente depois dos relatórios assustadores do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU, com anúncio de elevação dos oceanos, devastações generalizadas, e outros impactos sociais, como a fome no mundo. Quais as sugestões possíveis para os cidadãos que querem contribuir para a redução dos danos da degradação ambiental e a sustentabilidade do planeta, tanto de forma individual como coletiva (a sociedade)?

Eduardo Coutinho de Paula (ECP) - Sabemos que os maiores, contínuos e mais destrutivos impactos ambientais são causados pelas atividades da indústria, da pecuária, da agricultura extensiva e pelo padrão geral de produção e consumo da nossa sociedade. Nesse contexto, certamente existem diversos modos de cada cidadão e cidadã contribuírem individualmente. No meio urbano, em que a maioria de nós vive, a opção pelo transporte coletivo sempre que possível e pela bicicleta ou o uso de veículos de pequeno porte (leves e econômicos), bem como o empenho para partilhar caronas entre colegas de trabalho, são exemplos de boas iniciativas. Precisamos perceber que marca e modelo de automóvel não são sinônimos de status e apenas um meio de locomoção rápida. Muito se fala em economizar água e energia durante o banho e na lavagem de calçadas. Trocar as lâmpadas comuns por lâmpadas de diodo traz uma redução de até 50 vezes no consumo de energia. Mas a principal recomendação, se realmente quisermos contribuir com o meio ambiente e a vida dos nossos filhos e das futuras gerações, é uma mudança significativa em nossos hábitos de compra e de alimentação. Podemos evitar mercadorias com muitas embalagens plásticas. E que tal fazermos uma mobilização contra o uso indiscriminado de latas de alumínio? Sim, pois a produção de alumínio é altamente impactante ao meio ambiente, tanto pelo consumo de 100.000 litros de água para produção de 1 Kg de alumínio, quanto pelo gasto de energia elétrica que é mais de 40 vezes superior ao necessário para produção de vidro, por exemplo. Usar latinhas de alumínio para cerveja, além de irracional, é um crime ético contra a sustentabilidade ambiental e social. E pensar que a famosa reciclagem das latinhas, da qual o Brasil é recordista, também é insustentável pelos altos custos energéticos. Precisamos repensar, com profundidade, nossos estilos de vida. Uma expressiva redução no consumo de carne vermelha é essencial, apesar de ela fazer parte da cultura brasileira. Existem mais cabeças de gado no país que brasileiros e brasileiras. A pecuária, em permanente busca por novas áreas de pasto, promove a derrubada de floretas, os gastos no uso de ração em grande quantidade, a compactação do solo pelos rebanhos, etc. Além disso, a produção de 1 Kg de carne bovina consome mais de 50 vezes a quantidade de água usada para produção de 1 Kg de cereais, num mundo em que temos escassez de água para consumo humano. Se isso tudo não bastasse, o gado libera gás metano para a atmosfera, que tem um efeito estufa superior em cerca de 20 vezes ao do gás carbônico (emitido na queima de combustíveis fósseis). Assim, podemos perceber que o Brasil é um terrível vilão no aquecimento global, não apenas pela queima de vastas áreas da Amazônia, mas também pela emissão de metano. A atividade pecuarista na proporção atual é ambientalmente insustentável e assim minimizar ao extremo o consumo de carne vermelho representa uma ação verdadeiramente importante que uma pessoa pode fazer em seu cotidiano para diminuir a degradação ambiental (e também beneficiar sua saúde). Nada de radicalismo, isso é apenas resultado natural de informação, consciência e prática sustentável.

Excelência - Você acredita que a mudança de hábitos dos cidadãos, ou seja, a consciência, pode conter o avanço da degradação ambiental?

ECP - Sim, tudo começa na questão de consciência e no empenho para construção de novos hábitos. A informação não é suficiente e nem a mera conscientização. Mais que mudança, precisamos de efetivas transformações de posturas e atitudes perante a Vida. Isso é colocar nosso conhecimento na prática. A partir de uma massa crítica de indivíduos, devidamente apropriados da importância de um novo estilo de vida e, numa situação de consumo consciente, os setores e atividades econômicas que mais degradam o ambiente terão de se realinhar para um novo “mercado” efetivamente ético.

Excelência - Qual sua sugestão para empresas que têm interesse em ter uma gestão ambientalmente responsável?

ECP - Essa questão é bastante desafiante. A própria temática da gestão ambiental é algo relativamente recente no Brasil. Comumente, na prática, os aspectos econômicos e o objetivo do lucro imediato são preponderantes, relegando os aspectos ambientais a planos secundários. Ao mesmo tempo, sabemos que a responsabilidade social e ambiental estão em moda e muitas vezes representam apenas um apelo de marketing ou de ações meramente assistencialistas ou compensatórias. Quando todas as corporações transnacionais instaladas no Brasil adotarem os mesmos critérios de operação exigidos para funcionamento em seus próprios países de origem, teremos uma gestão ambiental mais efetiva e de qualidade. Nesse sentido, transparência das ações das empresas e seus produtos, abertura para o envolvimento/participação da comunidade e investimentos sociais e ambientais efetivos são linhas mestras para a gestão responsável. Esses e outros temas complexos estão sendo discutidos no processo de construção da ISO26000, a norma internacional de Responsabilidade Social e informações podem ser obtidas em www.gao.org.br. 

Excelência - E para os poderes públicos, tanto executivo como legislativo e judiciário?

ECP - É bastante conhecido o comentário de que a legislação ambiental do Brasil é uma das mais completas e modernas do mundo. Portanto, apenas leis não bastam para garantir uma gestão ambiental verdadeiramente responsável. Dizer que falta fiscalização ambiental em nosso país também é “chover no molhado”. A pergunta cabível é: há real interesse de fiscalizar e aplicar multas? Embora a defesa ambiental tenha sido identificada e reconhecida, sua incorporação à lógica econômica é parcial e a degradação ambiental é ainda considerada como algo externo aos custos econômicos. Em busca desse “desenvolvimento” com foco econômico, nos padrões convencionais, nossos governantes apenas atendem aos interesses de grupos específicos de forte influência política e não às reais necessidades da sociedade como um todo. E os governantes também repetem os graves erros ambientais já cometidos pelos países considerados desenvolvidos. Retomar um projeto com energia nuclear (Angra 3) é um exemplo lamentável disso, pois além de um investimento elevadíssimo, a disposição final do lixo atômico é algo sem solução concreta. Que tal redirecionar investimento à construção e distribuição de aquecedores solares de baixo custo para toda a população de nosso ensolarado Brasil?  Explorar e exaurir os recursos naturais do nosso país para produzir papel, carne, alumínio, cimento, etc. para fins de exportação é um verdadeiro “tiro no pé”, contraditório à real sustentabilidade. Isso não traz benefício para nossa coletividade. É necessário um total redirecionamento de diretrizes e prioridades. Na prática, realizar o investimento de recursos públicos em processos de Agenda 21 Local pode ser uma estratégia muito eficiente e eficaz. Ao contrário de obras civis de grandes dimensões, a sustentabilidade nasce e se manifesta por meio da ação local, com a participação direta da população envolvida e o controle social dos recursos aplicados. Lembrando que a reciclagem de materiais é apenas uma medida complementar e palhativa, outra sugestão importante é a criação de políticas públicas colocando prioridade para a redução da geração de resíduos sólidos, principalmente embalagens.

Excelência - Como ONGs e entidades do Terceiro Setor estão trabalhando com os impactos das mudanças climáticas e o aquecimento global?

ECP - No Brasil, as ONGs e as causas ambientais sempre estiveram associadas. Mudanças climáticas e aquecimento global de tornaram a grande pauta da imprensa e mídia mundial, trazendo grande visibilidade e valorizando o trabalho das ONGs. Existem muitos modos de atuação das ONGs: campanhas, eventos, oficinas, cursos, projetos de recuperação de áreas degradas, conservação ambiental, consultorias técnicas, pesquisas, publicações, cyber ativismo, etc. São vários os objetivos: promover a consciência crítica, denunciar e impedir ações não sustentáveis, influenciar políticas públicas, fortalecer e potencializar a sociedade civil, etc. No caso da CATALISA (www.catalisa.org.br) que é a ONG em que atuo, trabalhamos com Educação Ambiental, Permacultura e ênfase em recursos hídricos. Atuamos no Comitê de Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, na Agenda 21 Macro Oeste da cidade de São Paulo, no GAO (ISO26000 – Responsabilidade Social) e no processo das Conferências do Meio Ambiente (regionais e nacional), além de vários Fóruns temáticos e Redes Sociais. Sensibilizar, informar, conscientizar, capacitar e promover a gestão de grupos e a cultura da cooperação são os modos que escolhemos para cumprir nosso papel no Terceiro Setor e na sociedade. 

Excelência - E na escola, como o assunto deve ser abordado para as futuras gerações?

ECP - A escola tem um papel muito importante nesse contexto e o ideal é que a temática ambiental como um todo e a questão das mudanças climáticas e aquecimento global sejam contempladas nos planos pedagógicos dos professores. É um ótimo assunto para ser abordado em todas as disciplinas. Ao mesmo tempo, de nada adianta fazer alarde e drama sobre esse imenso desafio da atual e das futuras gerações e sim abordar o tema com naturalidade. O ambiente deve estar integrado à Vida e o meio urbano também é ambiente. O processo de Educação Ambiental se manifesta e se expressa nas pequenas sutilezas do dia a dia, com metas de transformação de atitudes. Os profissionais da educação sabem que é necessário formarmos cidadãos e cidadãs e não meros consumidores.

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