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Jogos Cooperativos na Economia Solidária
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Diante da forte crise econômica e social agravada nos últimos anos pelo processo de globalização e de estagnação econômica, estratégias de desenvolvimento das economias locais têm sido adotadas pelo governo e a sociedade civil organizada. A Economia Solidária, entre outras iniciativas, por meio do fomento à cooperação, à cultura solidária e ao empreendedorismo popular, tem se mostrado uma importante política de reversão do quadro de pobreza, desemprego e exclusão sócio-econômica, com foco na geração de trabalho e renda.

Diante da forte crise econômica e social agravada nos últimos anos pelo processo de globalização e de estagnação econômica, estratégias de desenvolvimento das economias locais têm sido adotadas pelo governo e a sociedade civil organizada. A Economia Solidária, entre outras iniciativas, por meio do fomento à cooperação, à cultura solidária e ao empreendedorismo popular, tem se mostrado uma importante política de reversão do quadro de pobreza, desemprego e exclusão sócio-econômica, com foco na geração de trabalho e renda.

O presente Artigo tem por propósito socializar a experiência de utilização da metodologia com Jogos Cooperativos em um projeto social realizado na cidade de São Paulo ao longo do ano de 2003 para articulação e mobilização comunitárias, organização do trabalho, produção, comercialização e venda, na geração de renda por meio da constituição de empreendimentos populares solidários.



Constituição de Empreendimentos Populares Solidários – Socializando uma Experiência

 

Com base em vivências anteriores de trabalho comunitário, desenvolvimento educacional, social e de capacitação pessoal e profissional, fomos convidados pela SDTS/PMSP – Secretaria de Desenvolvimento, Trabalho e Solidariedade / Prefeitura Municipal de São Paulo - a participar do "Programa Oportunidade Solidária", em parceria com a ONU/FAO - Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação.

Pelo Programa Oportunidade Solidária, foi desenvolvido um projeto de 10 meses para a "incubação" de pequenos empreendimentos populares e solidários, alicerçado no movimento de Economia Solidária. Por incubação, entende-se o processo de formação para a autogestão popular, assessoria para organização das relações de trabalho, produção, mercado, crédito, comercialização, formalização e gestão de empreendimentos solidários.

Com vistas à construção de uma política pública e com o acompanhamento da SDTS, a gestão e monitoramento do projeto foram compartilhados por cerca de 15 Instituições Parceiras: Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares ligadas a universidades, Cooperativas e diversas ONGs voltadas ao fomento da Economia Solidária. As várias Instituições atuaram simultaneamente em diversas regiões da cidade. Eram bjetivos específicos do projeto:

·        Criar empreendimentos populares e solidários entre os beneficiários dos programas sociais.
·        Estimular a criação de redes locais e municipais de economia popular e solidária, como forma de fortalecimento e sustentabilidade do processo desencadeado, tanto econômico como cultural e organizativo.

·        Criar e/ou articular localmente instrumentos de apoio aos empreendimentos populares e solidários constituídos, tais como consultorias, financiamento, crédito, intermediação de negócios, espaços de comercialização, assessoria técnica e outros.

·        Promover a participação dos empreendimentos e redes de economia
popular nas estratégias de desenvolvimento local desencadeadas pela SDTS.


Dentro da complexidade que isso representa, não pudemos nos furtar a levar a prática da Cooperação para esse novo e instigante desafio! Assim, em Dezembro de 2002, assumimos os Distritos administrativos de Cidade Ademar e Pedreira, zona sul da cidade, próximo à represa Billings, atendendo 300 beneficiários.



Algumas Informações Técnicas e Aspectos de Metodologia

 

Caracterizada como uma região populosa, sendo pobre um em cada quatro pais de família, segundo dados do IBGE/Censo 2000 e Fundação SEADE, o IDH - Índice de Desenvolvimento Humano - da Cidade Ademar é de 0,458, ocupando a posição 74, e em Pedreira é 0,438, correspondendo à posição 84, dentre os 96 Distritos Administrativos de São Paulo.

Em relação ao nosso público-alvo: perfil predominantemente feminino, com idade aproximada de 50 anos; cerca de 50% dos participantes apresenta quadro de semi-analfabetismo ou analfabetismo; renda familiar média correspondente a R$ 124,00.
Seguindo as diretrizes do Programa, previa-se serem contempladas quatro dimensões do processo de incubação:

·       relações humanas, qualidade de vida e saúde no trabalho;

·       organização do trabalho e da gestão;

·       viabilidade econômica e financiamento do negócio;

·       ciência, tecnologia e inovação para o desenvolvimento social e da economia solidária.

 

No contexto acima mencionado, nossa metodologia foi composta por 3 Eixos: Cultura da Cooperação, Fundamentos da Economia Solidária e Sustentabilidade dos Empreendimentos.

A Equipe de Incubação, de caráter interdisciplinar, foi formada por 15 profissionais, com conhecimento e experiência prévios em Jogos Cooperativos e/ou Economia Solidária. Vale a pena lembrar que o tema autogestão é essencial, uma vez que os empreendimentos solidários são geridos pelos próprios trabalhadores.

O desenvolvimento do projeto ocorreu em duas fases: Pré Incubação, de 4 meses, e fase de Incubação, de 6 meses.

Durante o processo de incubação, nossa metodologia foi enriquecida por elementos de Fluxo de Caixa e Viabilidade Econômica, seguindo as diretrizes da Central de Crédito São Paulo Confia, resultado de reuniões e Seminário Temático desenvolvido pelo Programa Oportunidade Solidária e também do Plano de Negócios, tal como desenvolvido no intercâmbio entre algumas Instituições Parcerias de Incubação.

Importante mencionar que o processo foi constantemente acompanhado internamente por meio de Reuniões semanais da Equipe de Incubação, para contínua afinação metodológica e planejamento operacional.


Desafios do Processo de Incubação

 

Flexibilidade foi a nota chave de atuação da nossa Equipe neste Projeto: flexibilidade de horário, de dia, de local, de conteúdo, de remuneração da Equipe, de resposta às demandas, de planejamento e da aplicação metodológica como um todo.

Nossos principais desafios foram: i) contornar a ansiedade pela geração imediata de renda e necessidade de sobrevivência durante a integração e mobilização para a Economia Solidária; ii) superar a falta de credibilidade nos projetos sociais e poder público; iii) superar a baixa qualificação pela criatividade de novas alternativas; iv) converter a passividade dos bolsistas e expectativas assistencialistas em verdadeiro espírito empreendedor; iv) transformar intenções de caráter individualista e competitivo para relações de cooperação e solidariedade; v) realização de pesquisas de campo e estudos de viabilidade econômica; vi) elaboração de planos de negócio e obtenção de linhas de crédito popular.
Logo de início, adiantamo-nos na parceria com a Subprefeitura da Cidade Ademar, fator considerado relevante para o êxito do projeto.

No processo de incubação, a partir do quinto e sexto meses de trabalho com a população, começaram a se delinear diversas iniciativas de empreendimentos solidários, de caráter coletivo e familiar, envolvendo os seguintes segmentos econômicos: construção e manutenção civil; educação ambiental e reciclagem; alimentação e culinária; artesanato; costura; atividades culturais; comércio ambulante e feiras livres; marcenaria; beleza/estética e feiras culturais.

Ao final do curto cronograma de 10 meses, pudemos observar avanços significativos, como a conquista de cidadania e dignidade dos participantes, a ação propositiva de alguns beneficiários, a efetiva geração de ocupação e trabalho motivador, a melhoria das condições de qualificação profissional, a articulação dos grupos com instituições locais, a geração de renda por alguns empreendimentos, as concessões de créditos e a criação da Associação dos Empreendedores Solidários de Cidade Ademar e Pedreira – AESCAP - sob nossa assessoria.

No presente momento, mantemos canal aberto de contato com centenas de moradores da região e pudemos realizar diversas articulações e parcerias, base embrionária para a criação de uma Rede Solidária local.



Auto Avaliação e Conclusões


Reconhecemos mais uma vez a força da metodologia com Jogos Cooperativos para o trabalho de sensibilização e integração dos beneficiários do Projeto, a articulação comunitária e a multiplicação da cultura da Cooperação. Obtivemos pleno êxito na conquista da confiança, credibilidade e respeito do público atendido, abrindo novas e importantes perspectivas para o mesmo.

O fato de sermos uma organização autogestionária em sua base estatutária e sua prática cotidiana, tendo assumido internamente a autogestão ao longo de processo de 10 meses do Projeto de Incubação com a própria Equipe Técnica, caracteriza marcante fator de fortalecimento metodológico e lastro para promovermos o exercício da autogestão junto aos empreendimentos em incubação.

Pudemos também colocar à prova a nossa capacidade de mobilização comunitária e agilidade de resposta, destacando-se a ativa presença de empreendedores solidários de Cidade Ademar e Pedreira em diversos eventos e feiras.

Por outro lado, defrontamo-nos com o grande impasse de caminhos adequados para formalização dos empreendimentos populares solidários, desafio este comum a todas as instituições de incubação.

Ao longo dos últimos meses de 2003, tivemos o desafio adicional, junto ao Fórum Municipal de Economia Solidária e à Coordenação do Programa Oportunidade Solidária, de participarmos na co-organização da II Feira Municipal de Economia Solidária – Feira EcoSol - realizada de 6 a 7 de Dezembro de 2003. Como coroação de todo esse intenso processo, a Feira EcoSol contou com mais de 150 expositores - empreendimentos populares solidários de várias regiões da cidade – de vários segmentos econômicos. Pudemos partilhar a alegria deste avanço com vários dos empreendimentos por nós incubados na Cidade Ademar e Pedreira. Com recursos próprios, os mesmos empenharam-se em produção especial para o evento.

No contexto da Economia Solidária e do processo de incubação em particular, nossa orientação pedagógica busca ampliar a consciência dos envolvidos, na criação conjunta da ética da cooperação e da cultura solidária, com metas de crescimento da participação cidadã, do processo democrático e da inserção social e econômica.

Com base no acúmulo das experiências, realizamos a sistematização da metodologia com Jogos Cooperativos de capacitação em autogestão, Economia Solidária e incubação de empreendimentos populares solidários, bem como de material didático para diversos temas.

A gestão compartilhada do Projeto com diversas instituições parceiras e a construção conjunta de uma política pública de reversão do quadro de desigualdade e exclusão representa um forte estímulo aos nossos ideais de irradiar a Cooperação aos vários campos da atividade humana e na área social em particular.

Referências Bibliográficas

  • SDTS/PMSP - Desigualdade em São Paulo: o IDH, Agosto de 2002.
  • SDTS/PMSP - Projeto Desenvolvimento Solidário: Geração de Renda e Ocupação do Município de São Paulo - UTF/BRA/059/BRA - Termo de Referência, Maio de 2002.
  • Relatório Consolidado de Processo de Incubação de Empreendimentos Populares Solidários nos Distritos Cidade Ademar e Pedreira, São Paulo - SP. São Paulo, Dezembro de 2003.
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