This wig ornaments appears very early. As early as in ancient Egypt, the ancient Egyptian men have shaved his head after all shave and wear wigs. Later the Romans by Egyptian influence, is also keen to wear a wig.cosplay wigsclip in hair extensionshuman hair extensions for womenclip in human hair extensionsreal hair wigshuman hair wigs for white women
Consciência de Grupo: A essência da Cooperação
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Nos últimos movimentos e avanços da Cultura da Cooperação, muito temos nos referido à necessidade de conscientização sobre valores éticos e à prática cotidiana dos mesmos. Estamos tão acostumados a usar a palavra grupo que muitas vezes sua acepção apropriada nos escapa. Este Artigo objetiva aprofundar o significado de "Grupo" e colocar em foco o sentido de "Consciência de Grupo", bem como partilhar algumas idéias sobre a dicotomia entre interesses individuais e coletivos e a verdadeira Consciência da Cooperação.

Nos últimos movimentos e avanços da Cultura da Cooperação, muito temos nos referido à necessidade de conscientização sobre valores éticos e à prática cotidiana dos mesmos. Estamos tão acostumados a usar a palavra grupo que muitas vezes sua acepção apropriada nos escapa. Este Artigo objetiva aprofundar o significado de "Grupo" e colocar em foco o sentido de "Consciência de Grupo", bem como partilhar algumas idéias sobre a dicotomia entre interesses individuais e coletivos e a verdadeira Consciência da Cooperação.

Nos últimos movimentos e avanços da Cultura da Cooperação, muito temos nos referido à necessidade de conscientização sobre valores éticos e à prática cotidiana dos mesmos. Estamos tão acostumados a usar a palavra grupo que muitas vezes sua acepção apropriada nos escapa. Este Artigo objetiva aprofundar o significado de "Grupo" e colocar em foco o sentido de "Consciência de Grupo", bem como partilhar algumas idéias sobre a dicotomia entre interesses individuais e coletivos e a verdadeira Consciência da Cooperação.

Nos últimos movimentos e avanços da Cultura da Cooperação, muito temos nos referido à necessidade de conscientização sobre valores éticos e à prática cotidiana dos mesmos. Estamos tão acostumados a usar a palavra grupo que muitas vezes sua acepção apropriada nos escapa. Este Artigo objetiva aprofundar o significado de "Grupo" e colocar em foco o sentido de "Consciência de Grupo", bem como partilhar algumas idéias sobre a dicotomia entre interesses individuais e coletivos e a verdadeira Consciência da Cooperação.


Gary Zukav, físico e escritor premiado, em seu livro "A Morada da Alma", afirma que para a percepção limitada dos cinco sentidos humanos, a base da vida ainda é o medo. E o medo alimenta a crença de que a sobrevivência só é garantida aos mais aptos - ou aos que cooptam com o status quo, mesmo sentindo interiormente que é necessário promover mudanças favoráveis à vida. Dando força a várias inseguranças, a humanidade abstraiu toda uma cultura de individualismo, controle e competição, que tão bem conhecemos.

(Re)descobrir, resgatar e (re)conectar o verdadeiro espírito de grupo, (re)despertar o sentido amplo de comum-unidade e a chamada Consciência de Grupo em nossas relações pessoais e interpessoais, na relação entre instituições e entre as nações se revela um passo fundamental para a reversão desse quadro. Sabemos que a Cooperação, mais que uma mudança de paradigmas, é uma transformação da Consciência.

O que é um Grupo?

"Cinco pessoas sobem uma montanha por uma fina trilha. O caminho é tão estreito que elas têm que andar em fila única. À sua direita, há um profundo despenhadeiro; à esquerda, a parede íngreme da montanha. As cinco pessoas estão caminhando há horas, conversando, cantando, gracejando e rindo. Para um estudioso do comportamento organizacional, ou para um antropólogo, ou ainda para um psicólogo ou psicólogo social, existe uma organização nesse grupo, e cada um desses profissionais seria capaz de escrever vários livros sobre o comportamento e a interação dessas cinco pessoas.
Todavia, neste nosso contexto, podemos admitir que não existe um grupo organizado até essas cinco pessoas chegarem a um local em que uma pedra enorme impede-lhes a passagem e nenhuma das pessoas é capaz de movê-la sozinha. Agora, as pessoas precisam se mobilizar para formarem efetivamente um Grupo. Precisam pensar, planejar, avaliar, motivar e agir para tirar a pedra do caminho.

O processo de Grupo passa a existir quando há um propósito comum a ser realizado e quando há uma tarefa que requer a interdependência das tarefas realizadas por diversas pessoas. Se alguém conseguisse erguer a pedra sozinho, não haveria necessidade de organização de um Grupo. No instante em que a tarefa exige a participação de mais de uma pessoa, passa a ser necessário uma gestão."

Ganhei um texto com a historieta acima de um antigo colega, empresário de sucesso, e fiz questão de resgatá-la de meus arquivos empoeirados pois a considero muito ilustrativa.

Sabemos que a base para qualquer Grupo e requisito necessário é a coesão. E um dos tipos de coesão reconhecidamente mais importantes é o de COMPARTILHAR VISÕES CLARAS. Esta visão ou meta deve ser uma expressão honesta da essência do PROPÓSITO COMUM do Grupo.

Numa expressão até poética e lembrando a física quântica que nos confirma que estamos imersos em vibrações: um Grupo é o resultado do pulsar de cada indivíduo e do pulsar coletivo.

Particularmente, intuo que ao partirmos de um propósito pessoal definido e em alinhamento emoção-pensamento-ação, podemos viver melhor a Vida em si, em seu sentido sagrado. Além disso, muito provavelmente, torna-se mais fácil atrairmos - ou sermos atraídos para - outras pessoas com propósitos semelhantes e, assim, por sincronicidade, construirmos um verdadeiro Grupo.

O Processo de Desenvolvimento do Grupo

Abaixo, na série de parágrafos marcados em itálico, ficam registrados alguns preciosos excertos do Livro "O Tao da Realização Pessoal", de John Heider:

"O modo de proceder do grupo evolui naturalmente. Ele se autogoverna. O resultado surgirá. Os esforços para controlar o modo de proceder costumam falhar; eles o bloqueiam ou o tornam desordenado.

Aprende a confiar no que está acontecendo. Se houver silêncio, deixa-o crescer; algo há de surgir. Se houver tempestade, deixe-a rugir; ela se dissipará em calmaria.

O grupo está descontente? Não o podes tornar feliz. Mesmo se pudesses, teus esforços o privariam de um exercício muito criativo.

Os modos de proceder do grupo e do líder desenvolvem-se de igual modo, de acordo com o mesmo princípio.

O líder sabe como exercer profunda influência sem forçar para que as coisas aconteçam. Por exemplo: facilitar o que está acontecendo tem mais força que insistir no que desejas que acontecesse. Demonstrar ou formar comportamentos tem mais força que insistir com discursos. As posições destituídas de preconceito são mais fortes que o preconceito. O brilho encoraja as pessoas, mas a tentativa de sobressair-se as inibe."

Sobre Consciência de Grupo

O que podemos entender por "Consciência de Grupo"? Um conceito sutil, nem tão simples de se explicar... Podemos encará-la como o oposto complementar do conceito de "consciência de massa", ou seja, um elevado estado de organização na qual passa a existir a ênfase na valorização do indivíduo e sua integridade e cada indivíduo encontra sua própria autonomia.

Segundo Eva Pierrakos, a verdadeira Consciência Grupal só é experimentada num Grupo quando o indivíduo encontrou a si mesmo. Ele pode então cooperar com o Grupo e dele se beneficiar, sem perder sua individualidade, sua própria autonomia e responsabilidade. A Consciência de Grupo dá estímulo e suporte ao seu direito de se expressar de modo singular. O equilíbrio adequado entre as necessidades do Grupo e as do indivíduo é uma decorrência natural e assim o Grupo passa a ser, na verdade, uma extensão do indivíduo, onde ele pode operar como um livre agente.

Dentro da definição de SINERGIA, podemos nos perceber como uma parte de algo maior que a soma de nossos relacionamentos individuais. Segundo Maslow, um grupo ou uma instituição sinergética é aquela configurada de modo que uma pessoa, ao buscar seus objetivos "egoístas" automaticamente também está ajudando os outros: e que ao procurar ajudar os outros, ser-lhes útil é ser "altruísta", também e automaticamente obtém vantagens "egoístas". Quer dizer, é uma resolução da dicotomia entre egoísmo e altruísmo, mostrando muito claramente que a oposição entre ambos esses termos ou sua exclusão mútua é função de uma cultura pouco desenvolvida. Em outras palavras, o conflito entre interesses pessoais e coletivos, em seus diferentes graus, é indicativo direto da debilidade de sinergia e carência de "Consciência de Grupo".

David Spangler, pensador contemporâneo e autor de diversos livros, fala sobre a COMUNIDADE DE CONSCIÊNCIA: "jamais há um momento em que não estamos em comunidade e nossa prática é despertar para a experiência da comunhão". Eis aí o sentido amplo de comum-unidade.

"Uma boa corrente pode puxar um grande peso; entretanto, ela é tão forte quanto o seu elo mais fraco. Um Grupo é algo similar. Ao enfrentar desafios, assumir tarefas e expressar sua responsabilidade, um grupo é tão forte quanto o seu membro menos desenvolvido, ou menos capacitado.

É muito importante que ajudemos uns aos outros a desenvolver potenciais e evoluir conscientemente. Em um Grupo, à medida que cada membro se desenvolve e progride, a consciência total do Grupo aumenta. E todos se beneficiam igualmente disso.

"É extremamente valioso perceber que somos parte do corpo da humanidade e o afetamos diretamente com cada pensamento e sentimento que emitimos. Num Grupo, esses pensamentos e sentimentos se expandem em espirais cada vez mais amplas. Isso acontece o tempo todo, de modo positivo ou negativo, quer estejamos conscientes disso ou não."
(Sara Marriott)

O desenvolvimento do processo grupal em si é um grande mistério e a Consciência de Grupo cria um campo de ressonância que facilita o aprendizado e o fluir do próprio processo. A Vida em comum-unidade é um "estado de ser" que catalisa o crescimento pessoal dentro de um Grupo e o crescimento do Coletivo dentro do Todo.

Devemos valorizar a contribuição de cada pessoa. A combinação de qualidades como atuação, coragem e eficiência (vontade), cuidado, confiança e vínculo (coração), entendimento, visão e integridade (mente), de modo equilibrado, resultam numa poderosa integração.

Em essência, a Consciência de Grupo nasce da grande força de Atração, que faz do ser humano um ser social, capaz de criar relacionamentos e vínculos afetivos, sobre o plano pessoal. Consideramos que o ser humano se compõe das dimensões físico-biológica, psicológica, social, cultural, histórica, ambiental e espiritual. Somente com o despertar da dimensão espiritual do ser humano, a Consciência de Grupo torna-se, enfim, o estado chamado pelos antigos sábios como Consciência Universal.

" Aprendendo o verdadeiro significado da Consciência de Grupo, paramos de olhar para nós mesmos como um ser separado de todos os outros e começamos a ver nosso elo com toda a humanidade, com a Natureza e o Cosmos. Nessa realização, aprendemos a ciência e a arte da Cooperação." (Torkom Saraydarian)

A Consciência da Cooperação

Aristóteles já nos indicava que viver bem e cada vez melhor é o que justifica a vida em comum, em coletividade. Tendo entendido o real significado de Consciência de Grupo, podemos chegar a algumas interessantes conclusões. Partilho a compreensão de que a semente da Cooperação cresce espontaneamente do simples fato de nos percebermos integrantes de um verdadeiro Grupo, em unidade e comunhão de Propósito. Além deste aspecto essencial e a importância de sua contínua vitalização, bem como organização geral e comunicação cuidadosas, outro aspecto fundamental na coesão de um Grupo provém do coração. Assim, o autêntico espírito de grupo emerge na construção de relações e laços afetivos sólidas, numa comunicação efetiva, olho no olho, onde as experiências partilhadas e desafios possam favorecer as bases de um entendimento mútuo, com amorosidade e elos de confiança.

Tudo isso certamente é válido de um pequeno Grupo de estudos ou de trabalho a abrangentes organizações internacionais tais como a ONU - em seu papel e sentido originais: respeitar as diferenças, favorecer negociações e o bem estar de todos os povos, garantindo a Paz entre as nações.

O medo é a energia que restringe, paralisa, retrai, leva-nos a fugir e a nos esconder. E fere. Se a base da vida ainda é o medo, lembro-me ter aprendido ser o Amor, e não o ódio, a outra emoção humana fundamental que motiva, em profundidade, todas as nossas ações. Assim, no caminho de transformação da Consciência, temos o grande exercício de conversão do medo em Amor.

O Amor é a energia que expande, move, revela, leva-nos a ficar e partilhar. E cura. É a verdadeira essência da própria força de atração/coesão na natureza.

Nessa linguagem, somos livres para escolher o modo como queremos atuar, interagir e co-habitar, desde a rua onde moramos à casa planetária chamada Terra.

Podemos ainda lembrar que a Cooperação deve se estabelecer em três níveis interdependentes: consigo mesmo, com o(s) outro(s) e com o ambiente. Somos levados também a pensar que o exercício consciente da Cooperação no dia a dia contribui de modo orgânico e efetivo para a manifestação da Consciência de Grupo.

Através da Consciência de Grupo, haverá seguramente época de uma nova realidade em nossa civilização na qual a atitude não cooperativa" será percebida com a mesma estranheza com que hoje consideramos os regimes totalitários ou a escravatura.

Nas conhecidas palavras de Gibran: "O Amor nada dá senão de si próprio e nada recebe senão de si próprio. O Amor não possui e não se deixa possuir, pois o Amor basta-se a si mesmo".

Para finalizar, deixamos um instigante pensamento que tem sido levado para reflexão em Oficinas com "grupos cooperativos":

"Todos os homens são pegos numa teia sem escape de mutualidade, presos em uma peça de roupa singular do destino. O que quer que afete alguém diretamente, afeta a todos indiretamente. Não posso nunca ser o que deveria ser até você ser o que deveria ser e você não pode nunca ser o que deveria ser até que eu seja o que devo ser."
Martin Luther King (Fonte: Inst. Christophorus)

Referências Bibliográficas

  • GILMAN, R. - Eco Vilas e Comunidades Sustentáveis - Reportagem - Dinamarca: Gaia Trust.
  • HEIDER, J. - O Tao da Realização Pessoal - São Paulo: Ed. Cultrix.
  • MARRIOTT, S. - Consciência de Grupo, palestra - Jornal Partilha, Ano IV, N. 6, 2002 - Centro de Vivências Nazaré.
  • MCLAUGHLIN, C. & DAVIDSON, G. - Builders of the Dawn - Tenesse/EUA: Book Publishing Company.
  • PAULA, E. C. de - Vivendo em Comum-unidade - Livro de Boas Memórias, Segundo Festival de Jogos Cooperativos:
  • Construindo Um Mundo Onde Todos Podem VenSer - Taubaté, SESC São Paulo, Setembro/2001.
  • WALKER, A, - A Verdade Interior - Um guia do trabalho espiritual da Comunidade de Findhorn - São Paulo: Editora TRIOM.
  • WALSCH, N. D. - Conversando com Deus, Um Diálogo Incomum - Rio de Janeiro: Ediouro.

Artigo publicado na Revista Jogos Cooperativos, N. 3 - Ano II - Fevereiro de 2003

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