This wig ornaments appears very early. As early as in ancient Egypt, the ancient Egyptian men have shaved his head after all shave and wear wigs. Later the Romans by Egyptian influence, is also keen to wear a wig.cosplay wigsclip in hair extensionshuman hair extensions for womenclip in human hair extensionsreal hair wigshuman hair wigs for white women
Comércio Justo e Solidário
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O Comércio Justo é "uma parceria entre produtores e consumidores que trabalham para ultrapassar as dificuldades enfrentadas pelos primeiros, para aumentar o seu acesso ao mercado e para promover o processo de desenvolvimento sustentado. O Comércio Justo procura criar os meios e oportunidades para melhorar as condições de vida e de trabalho dos produtores, especialmente os pequenos produtores desfavorecidos. A sua missão é a de promover a equidade social, a proteção do ambiente e a confiança econômica através do comércio e da promoção de campanhas e conscientização"(definição da NEWS ! - Network of European World Shops, a rede européia de lojas de CJ).

O Comércio Justo é "uma parceria entre produtores e consumidores que trabalham para ultrapassar as dificuldades enfrentadas pelos primeiros, para aumentar o seu acesso ao mercado e para promover o processo de desenvolvimento sustentado. O Comércio Justo procura criar os meios e oportunidades para melhorar as condições de vida e de trabalho dos produtores, especialmente os pequenos produtores desfavorecidos. A sua missão é a de promover a equidade social, a proteção do ambiente e a confiança econômica através do comércio e da promoção de campanhas e conscientização"(definição da NEWS ! - Network of European World Shops, a rede européia de lojas de CJ).

Assim, os princípios do Comércio Justo são (ainda segundo a NEWS !):

  • 1 - O respeito e a preocupação pelas pessoas e pelo ambiente, colocando as pessoas acima do lucro.
  • 2 - O estabelecimento de boas condições de trabalho e o pagamento de um preço justo aos produtores (um preço que cubra os custos de um rendimento digno, da proteção ambiental e da segurança econômica).
  • 3 - A abertura e transparência quanto à estrutura das organizações e todos os aspectos da sua atividade, e a informação mútua entre todos os intervenientes na cadeia comercial sobre os seus produtos e métodos de comercialização.
  • 4 - O envolvimento dos produtores, voluntários e empregados nas tomadas de decisão que os afetam.
  • 5 - A proteção e a promoção dos direitos humanos, nomeadamente os das mulheres, crianças e povos indígenas.
  • 6 - A conscientização para a situação das mulheres e dos homens enquanto produtores e comerciantes, e a promoção da igualdade de oportunidades entre os sexos.
  • 7 - A Proteção do ambiente e de um desenvolvimento sustentável está subjacente a todas as atividades.
  • 8 - A promoção de um desenvolvimento sustentável, através do estabelecimento e relações comerciais estáveis e de longo prazo.
  • 9 - A promoção de atividades de informação, educação e campanhas.
  • 10 - A produção tão completa quanto possível dos produtos comercializados no país de origem.

Produtos comercializados

Os produtos comercializados variam do café e do chá ao papel reciclado, do cajú ao artesanato, do cacau ao vestuário, da música étnica aos jogos didáticos.

O comércio justo foi responsável pela geração, entre a "World Shops" européias, de 15 milhões de dólares (cerca de 2 milhões e 700 mil contos) de volume de negócios em 1996.

Quem está envolvido?

O movimento, nascido no Norte da Europa há cerca e quarenta anos, envolve hoje mais de cinco centenas de produtores no hemisfério Sul, múltiplas organizações de exportadores e importadores e cerca e 2.500 "World Shops" (lojas de comercialização de produtos "solidários") na Europa, onde o voluntariado coabita com a profissionalização.

Apesar da falta de enquadramento institucional desta forma de cooperação, o movimento do comércio justo goza já, na generalidade dos países europeus, de um considerável grau de reconhecimento público.

Quem é quem no comércio justo?

  • NEWS! - Network of European World Shops : estrutura coordenadora de 15 associações nacionais e regionais de "World Shops", oriundas de 13 países europeus;
  • IFAT - International Federation for Alternative Trade : agrupa 120 organizações (2/3 das quais os produtores do Sul) de 47 países da Europa, América do Norte, África, Ásia e América Latina;
  • EFTA - European Fair Association : associação de importadores europeus.

As "World Shops"

As "World Shops", ou lojas de comércio justo, orientam a sua atividade por um conjunto de critérios:

  • 1 - A loja apóia a definição e os princípios do comércio justo através da sua missão, valores, material de divulgação e atividades.
  • 2 - A função principal da loja é a promoção do comércio justo, através da venda de produtos comercializados do modo justo ("fairly traed"), da informação e da participação em campanhas de sensibilização.
  • 3 - A loja reinveste os seus lucros no circuito do comércio justo, nomeadamente no fortalecimento das estruturas de importação e produção e na melhoria das infra-estruturas e serviços acessíveis aos produtores.
  • 4 - A loja informa o público sobre os seus objetivos, a origem dos produtos, os produtores e o comércio mundial. Ela apóia as campanhas que promovem a melhoria da situação dos produtores, bem como as que visam influenciar as políticas nacionais e internacionais.
Os três componentes do comércio justo são indissociáveis: as vertentes de informação/conscietização e participação em campanhas devem necessariamente acompanhar a vertente de comercialização dos produtos "solidários".

Em resumo:

O comércio justo proporciona aos produtores um rendimento justo pelo seu trabalho e oferece-lhes pré-financiamento ou acesso a outras formas de crédito. É transparente quanto à estrutura, margens praticadas e a todos os aspectos da sua atividade. Procura organizar o comércio da forma mais direta possível, por forma a reduzir os custos e aproximar os intervenientes. Trabalha no sentido de estabelecer um mercado seguro para os produtores e fornece-lhes apoio sob a forma de formação, aconselhamento técnico, pesquisa de mercados e desenvolvimento de novos produtos. Fornece informação ao consumidor sobre os seus objetivos, a origem dos produtos, os produtores, as margens praticadas e as regras do comércio mundial. Promove os direitos humanos, das mulheres, crianças e minorias, bem como a igualdade de oportunidades entre os sexos. Procura minimizar o impacto dos métodos de produção, produtos e embalagens, por forma a garantir a sustentabilidade ambiental.

Todos somos responsáveis pelo Bem Viver de Todos !

Quando você consome produtos e serviços de empresas que exploram os trabalhadores e destroem o equilíbrio ecológico, você também e responsável por esses danos à humanidade.

Mas se você prática o consumo solidário, além de assegurar o seu bem viver, você contribui para suprimir a exploração dos trabalhadores a exploração dos trabalhadores e para manter o equilíbrio dos ecossistemas.

A prática do consumo, comércio, produção e crédito solidários é capaz de viabilizar a construção de uma nova sociedade, mais justa e ecologicamente equilibrada. Gera postos de trabalho e distribuição de renda, constituindo-se em uma alternativa viável para assegurar o bem viver do conjunto das sociedades.

Participe conosco deste projeto de organizar inúmeras Redes de Colaboração Solidária que visam promover as liberdades públicas e privadas, reafirmando sem exclusões, a dignidade de cada ser humano.

Para obter mais informações:

  • Alternativa 3 (importador espanhol) 
  • F.A.I.R. (newsletter electrónica) 
  • Fair Trade Foundation (Reino Unido) 
  • Fair Trade Netherlands Holanda 
  • IFAT (International Federation of Alternative Trade)
  • Intermón (ONGD espanhola).
  • NEWS! (Network of European World Shops)
  • Oxfam UK (ONGD inglesa)
  • Traidcraft (ONGD inglesa) 
  • SETEM (ONGD espanhola).


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