This wig ornaments appears very early. As early as in ancient Egypt, the ancient Egyptian men have shaved his head after all shave and wear wigs. Later the Romans by Egyptian influence, is also keen to wear a wig.cosplay wigsclip in hair extensionshuman hair extensions for womenclip in human hair extensionsreal hair wigshuman hair wigs for white women
ENCONTRO SP PARA RIO+20
  • catalisa@catalisa.org.br

Mais Notícias

Oficinas de Formação de Leitura Dramática em Escolas Públicas de Minas Gerais

2017-11-10 09:30:10

8º Fórum Mundial da Água será em Brasília, em março de 2018

2017-11-01 18:00:47

Premiação no Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 2017

2017-10-09 09:16:34

7º Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade

2017-10-08 17:57:00

Congresso ABES FENASAN 2017 aconteceu em São Paulo

2017-10-06 17:51:43

FUNDACENTRO-SP realiza Semana de Segurança Química

2017-09-06 15:56:40

ABES-MG promove Curso Noções sobre saneamento básico

2017-09-06 15:12:52

IX Simpósio Brasileiro de Engenharia Ambiental (SBEA) acontece em julho de 2017 na UFMG

2017-05-19 15:37:42

CATALISA participa do Programa Tecendo Projetos Socioambientais da UMAPAZ

2017-05-17 15:43:36

Água, gestão e sustentabilidade

2017-05-05 12:37:03

Conferência Líder em tecnologias de águas e águas residuárias 2017 acontece em Florianópolis/SC

2017-04-05 15:00:00

Novos Núcleos CATALISA

2017-02-01 12:33:47

Catalisando 2016

2016-12-13 21:00:00

Simpósio Brasileiro de Engenharia Ambiental (SBEA) - Etapa Sudeste

2016-11-05 17:00:00

5o. Congresso Lationoamericano de Dessalinização e Reúso de Água acontece em Santiago, Chile

2016-10-15 13:10:00

Congresso Brasileiro de Engenharia Química - COBEQ 2016

2016-09-16 13:00:00

Os 10 conflitos ambientais mais explosivos do mundo

2016-08-10 14:00:00

Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)

2016-02-01 17:46:19

Cinco mudanças ambientais já em curso no Brasil e seus impactos

2015-12-06 13:55:00

RECOMENDAÇÕES DA ECONOMIA SOLIDÁRIA À AGENDA DE DESENVOLVIMENTO PÓS 2015 DA ONU

2014-06-24 15:46:28

Assinar Newsletter

A Rio+20 e as organizações e movimentos sociais e ambientais de SP convidam para o Encontro:

Data: 14 de junho de 2011, das 18h30 às 21h30.

Local: sede da Ação Educativa
(R. General Jardim, 660, próximo ao Metrô Santa Cecília)

Visando ampliar a participação das organizações e movimentos sociais e ambientais de SP nos processos de discussão em torno da Rio+20, o coletivo paulista do CFSC - Comitê Facilitador da Sociedade Civil para a Rio+20 (www.rio2012.org.br) convida todos e todas para o debate aberto e plural sobre o tema. Compareçam, e repassem este convite!

Esta reunião servirá também como preparação para a plenária internacional a ser realizada no Rio de Janeiro dia 02 julho de 2011, conforme convocatória abaixo.

 

Venha reinventar o mundo na Rio +20!


O Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20 chama as organizações da sociedade civil e movimentos sociais e populares de todo o Brasil e do mundo para participar do processo que culminará na realização, em junho de 2012, do evento autônomo e plural, provisoriamente denominado Cúpula dos Povos da Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (UNCSD).

Há vinte anos, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Rio 92) e o ciclo social de conferências das Nações Unidas que a ela se seguiu discutiram os problemas globais que afetam a humanidade e pactuaram uma série de propostas para enfrentá-los (as Convenções sobre
Mudanças Climáticas, Biodiversidade, Desertificação, a Agenda 21, Carta da Terra, Declaração sobre Florestas, Declaração de Durban, entre outras). Mas aquilo que deveria ter sido o início da reversão das situações de miséria, injustiça social e degradação ambiental frustrou boa parte das esperanças depositadas nesse processo.

Sete bilhões de seres humanos vivem hoje as seqüelas da maior crise capitalista desde a de 1929. Vivem o aumento gigantesco da desigualdade social e da pobreza extrema, com a fome afligindo diretamente um bilhão de pessoas. Presenciam guerras e situações de violência endêmica e o crescimento do racismo e da xenofobia.
O sistema de produção e consumo capitalista, representado pelas grandes corporações, mercados financeiros e os governos que asseguram a sua manutenção, produz e aprofunda o aquecimento global e as mudanças climáticas, a perda de biodiversidade, a escassez de água potável, o aumento da desertificação dos solos e da acidificação dos mares, em suma, a mercantilização de todas as dimensões da vida.

Enquanto estamos vivenciando uma crise civilizatória inédita, governos, instituições internacionais, corporações e amplos setores das sociedades nacionais, presos ao imediato e cegos ao futuro, agarram-se a um modelo de economia, governança e valores ultrapassado e paralisante. A economia capitalista, guiada pelo mercado financeiro global, continua apoiada na busca sem limites do lucro, na superexploração do trabalho - em especial o trabalho das mulheres e dos setores mais vulneráveis -, na queima dos combustíveis fósseis, na predação dos ecossistemas, no desenvolvimento igualado ao crescimento, na produção pela produção - baseada na descartabilidade e no desperdício e sem consideração pela qualidade da existência vivida.
Diante de tal conjuntura, o momento político propiciado pela Rio+20 constitui uma oportunidade única para "reinventar o mundo", apontando saídas para o perigoso caminho que estamos trilhando. Mas, julgando pela ação dos atores hegemônicos do sistema internacional e pela mediocridade dos acordos
internacionais negociados nos últimos anos, suas falsas soluções e a negligência de princípios já acordados na Rio92, entendemos que se não devemos deixar de buscar influenciar sua atuação, tampouco devemos ter ilusões que isso possa relançar um ciclo virtuoso de negociações e
compromissos significantes para enfrentar os graves problemas com que se defronta a humanidade e a vida no planeta.

Entendemos que a agenda necessária para uma governança global democrática pressupõe um fim da condição atual de captura corporativa dos espaços multilaterais. Uma mudança somente virá da ação dos mais variados atores sociais: diferentes redes e organizações não-governamentais e movimentos
sociais de distintas áreas de atuação, incluindo ambientalistas, trabalhadores/as rurais e urbanos, mulheres, juventude, movimentos populares, povos originários, etnias discriminadas, empreendedores da
economia solidária, etc. Necessitamos construir um novo paradigma de organização social, econômica e política que - partindo das experiências de lutas reais destes setores e da constatação de que já existem condições materiais e tecnológicas para que novas formas de produção, consumo e organização política sejam estabelecidas - potencializem sua atuação.

A Rio +20 será um importante ponto na trajetória das lutas globais por justiça social e ambiental. Ela se soma ao processo que estamos construindo desde a Rio-92 e, em especial, a partir de Seattle, FSM, Cochabamba e que inclui as lutas por justiça climática para a COP 17 e frente ao G20. Este momento contribuirá para acumularmos forças na resistência e disputa por novos paradigmas baseados na defesa da vida e dos bens comuns. Assim, convidamos todos e todas para uma primeira atividade preparatória desta Cúpula dos Povos, no dia 2 de julho de 2011, na cidade do Rio de Janeiro para - juntos e juntas - construirmos um processo que culminará em nosso encontro em junho de 2012 e se desdobrará em novas dinâmicas.

human wigs for white womenreal hair wigs for womenreal hair wigsPaula young wigs for women - Real hair wigslong angled bob