This wig ornaments appears very early. As early as in ancient Egypt, the ancient Egyptian men have shaved his head after all shave and wear wigs. Later the Romans by Egyptian influence, is also keen to wear a wig.cosplay wigsclip in hair extensionshuman hair extensions for womenclip in human hair extensionsreal hair wigshuman hair wigs for white women
SANEAMENTO EMPERRADO
  • catalisa@catalisa.org.br

Mais Notícias

FUNDACENTRO-SP realiza Semana de Segurança Química

2017-09-06 15:56:40

ABES-MG promove Curso Noções sobre saneamento básico

2017-09-06 15:12:52

IX Simpósio Brasileiro de Engenharia Ambiental (SBEA) acontece em julho de 2017 na UFMG

2017-05-19 15:37:42

CATALISA participa do Programa Tecendo Projetos Socioambientais da UMAPAZ

2017-05-17 15:43:36

Água, gestão e sustentabilidade

2017-05-05 12:37:03

Conferência Líder em tecnologias de águas e águas residuárias 2017 acontece em Florianópolis/SC

2017-04-05 15:00:00

Novos Núcleos CATALISA

2017-02-01 12:33:47

Catalisando 2016

2016-12-13 21:00:00

Simpósio Brasileiro de Engenharia Ambiental (SBEA) - Etapa Sudeste

2016-11-05 17:00:00

5o. Congresso Lationoamericano de Dessalinização e Reúso de Água acontece em Santiago, Chile

2016-10-15 13:10:00

Congresso Brasileiro de Engenharia Química - COBEQ 2016

2016-09-16 13:00:00

Os 10 conflitos ambientais mais explosivos do mundo

2016-08-10 14:00:00

Cinco mudanças ambientais já em curso no Brasil e seus impactos

2015-12-06 13:55:00

RECOMENDAÇÕES DA ECONOMIA SOLIDÁRIA À AGENDA DE DESENVOLVIMENTO PÓS 2015 DA ONU

2014-06-24 15:46:28

Catalisando 2014

2013-12-27 00:00:00

CATALISA EXECUTA NOVO PROJETO EM MINAS GERAIS

2013-12-06 00:00:00

XX Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos

2013-11-22 00:00:00

SECA NO SEMIÁRIDO DEVE SE AGRAVAR NOS PRÓXIMOS ANOS

2013-09-16 13:12:51

4 MENTIRAS SOBRE A CRISE AMBIENTAL

2013-08-10 00:00:00

II Simpósio Internacional de Processos de Separação com Membranas (Simpam 2013)

2013-08-05 17:10:30

Assinar Newsletter

Fonte: Agência EstadoSão Paulo - O Brasil, uma das dez maiores economias do mundo, levará mais de um século para proporcionar saneamento básico a toda a população, se o déficit continuar a cair no mesmo ritmo dos últimos 15 anos. O acesso à coleta de esgotos aumentou apenas 0,4% ao ano entre 1992 e 2006, segundo a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), e 53,2% dos brasileiros continuam desassistidos. Essa é uma das principais causas de mortalidade infantil. Sete crianças morrem por dia por causa de enfermidades associadas às más condições sanitárias. Mesmo com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o quadro mudará muito lentamente, observou o professor Marcelo Néri, economista do Centro de Pesquisas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV) no Rio de Janeiro.

 

Estão previstos no PAC investimentos de R$ 40 bilhões até 2010 - R$ 10 bilhões por ano, a partir de 2007 - na expansão dos serviços de saneamento. Seria preciso investir o dobro anualmente para se universalizar o atendimento até 2020, segundo o economista.

De onde sairia esse dinheiro? Há um evidente equívoco na orientação do governo federal. A única saída eficiente seria envolver o setor privado nessa tarefa, por meio de concessões ou, menos provavelmente, de parcerias. Mas a administração federal, até agora, tem descartado essa alternativa.

A maior parte das empresas de saneamento controladas pelo setor público tem dificuldades financeiras insanáveis a curto prazo. Todas enfrentam limites estreitos de endividamento e os Estados e municípios não têm recursos para custear os investimentos necessários. Mas isso é apenas parte do problema. Também falta, em muitos casos, capacidade gerencial para o uso das verbas disponíveis.

Nos últimos cinco anos, lembrou Néri, a Caixa Econômica Federal ofereceu aos interessados R$ 6 bilhões. O dinheiro seria fornecido pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Somente R$ 2 bilhões foram aplicados, por excesso de burocracia e falta de projetos, segundo o economista.

Verbas paradas por falta de projetos ou por entraves burocráticos não são uma raridade. Governadores e prefeitos cobram com alarde maiores transferências federais, mas com freqüência são incapazes de usar o dinheiro obtido porque na hora de sacá-lo não estão prontos para concretizar o investimento.

O envolvimento do setor privado - experiência bem-sucedida em alguns municípios - facilitaria, portanto, a solução de dois problemas. Haveria maior volume de capitais para os investimentos e maior competência técnica e administrativa para a elaboração do projeto, para a execução das obras e para a gestão dos serviços. As populações seriam beneficiadas e os governos estaduais e municipais poderiam concentrar recursos financeiros e esforços na execução de outras tarefas também muito importantes.

A deficiência do saneamento básico é apenas um dos problemas da infra-estrutura. É particularmente grave, porque afeta de forma direta as condições de saúde e até a expectativa de vida de cerca de 100 milhões de brasileiros. Seus efeitos são visíveis também na educação, porque as doenças ocasionadas pelas condições sanitárias prejudicam a freqüência à escola e o rendimento dos estudos. Mas os problemas de infra-estrutura, apesar de suas especificidades, têm algumas causas comuns. Uma delas é a limitação financeira dos governos, em todos os níveis. Outra é a penúria técnica e administrativa do setor público em grande número de municípios e de Estados.

O governo federal parece haver se convencido, depois de longa hesitação, da conveniência de envolver o setor privado nos investimentos em rodovias, ferrovias e portos. As telecomunicações só saíram do atraso depois da privatização dos serviços, na década passada. É preciso estender essa política, sem mais demora, ao saneamento básico. Os governos federal, estaduais e municipais devem preparar-se para avançar nessa direção. Se essa for a estratégia escolhida, será possível fazer muito mais do que os investimentos previstos no PAC. Será o caminho mais seguro para a universalização dos serviços de saneamento, condição indispensável para uma efetiva integração de milhões de pessoas na vida moderna. É uma questão não só de justiça, mas também de eficiência econômica. Saúde também é um fator de produtividade para a economia e de progresso para o indivíduo.

human wigs for white womenreal hair wigs for womenreal hair wigsPaula young wigs for women - Real hair wigslong angled bob