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BRASIL LIDERA GRUPO INTERNACIONAL DE TRABALHO DA FUTURA NORMA ISO26000 DE RESPONSABILIDADE SOCIAL
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Fonte: www.setor3.com.br - Juliana Rocha Barroso

A futura norma internacional de Responsabilidade Social, ISO 26000, com publicação prevista para 2009, está sendo construída num processo chamado twinning, em que a liderança do grupo de trabalho acontece em uma dupla formada por um país desenvolvido e um em desenvolvimento. Pela primeira vez, um grupo de construção de uma norma ISO internacional é presidido por um brasileiro, Jorge Emanuel Reis Cajazeira (da Suzano Papel e Celulose). Junto com a Suécia, representada pelo Swedish Standards Institute (SIS), seu instituto de normalização, o Brasil lidera os trabalhos, representado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), entidade civil, sem fins lucrativos, que, por delegação do governo, é o único órgão credenciado como Fórum Nacional de Normalização, responsável pela elaboração das Normas Brasileiras.

O grupo de trabalho de elaboração da ISO 26000 é composto por cerca de 320 especialistas de 54 países. "Acredito que a participação, ou melhor, a liderança brasileira na construção da ISO 26000, se deve ao fato do País ter sido um dos primeiros do mundo a possuir uma norma própria em Responsabilidade Social", defende Pedro Buzatto Costa, presidente do Conselho Deliberativo da ABNT. Ao iniciar o desenvolvimento da ISO 26000, a Organização Internacional para Padronização (ISO - Organization for Standardization, em inglês) propôs um processo mundial, amplo e participativo, com característica multi-stakeholder. Estes stakeholders foram divididos em seis grandes grupos: indústria, governo, consumidores, trabalhadores, organizações não-governamentais e outros (academia, serviços, suporte, pesquisa etc). Ao definir os seis segmentos, cada país deveria compor um comitê espelho em que todos fossem contemplados. Hoje, o Brasil participa com a presença de cerca de 75 entidades de segmentos muito diferentes de todo o País. ONG fundada em 1947 na Genebra (Suíça) para unir os órgãos de padronização e normalização de 157 países, a ISO é representada no Brasil pela própria ABNT. Outra característica peculiar à norma ISO 26000 é que, diferente das demais, ela não será certificável. Servirá como diretriz e referência para alinhar os pontos de vista em âmbito mundial sobre o que é Responsabilidade Social.Sobre a ISO 26000, o Diretor de Desenvolvimento em Informação da ABNT, Carlos Santos Amorim, revela que desde a primeira reunião no Brasil, em março de 2005, em Salvador, tem aumentado muito o número de participantes. "E o que é mais importante, a partir desta última reunião, que aconteceu na Austrália no começo do ano, houve uma inversão: hoje existem mais países em desenvolvimento do que desenvolvidos", pontua. Ele ainda informa que um subgrupo foi criado na ISO para captação de recursos que viabilizem a participação de stakeholders como academia, trabalhador, consumidor.

Pioneirismo brasileiro - As normas brasileiras são escritas por voluntários que atuam nas Comissões de Estudos dos Comitês Técnicos. Através de um processo formal de consulta pública, todos os interessados podem apresentar sugestões aos projetos de norma, antes de sua publicação. Foi assim que, de forma pioneira, o Brasil desenvolveu sua própria norma de Responsabilidade Social, ABNT NBR 16001, publicada em dezembro de 2004 pela Comissão de Estudo Especial Temporária (CEET) de Responsabilidade Social da ABNT.Inglaterra, Austrália, Áustria, França, Israel e México também já possuem suas normas nacionais de Responsabilidade Social. Segundo Pedro Buzatto, a de Israel saiu muito próxima à brasileira e é uma das mais conhecidas. Amorim conta que a elaboração da norma começou em 2002, antes de se iniciarem as discussões sobre a ISO 26000. "Aconteceu uma reunião do Comitê de Políticas do Consumidor para a ISO (COPOL), da ISO, e a ABNT esteve presente com o Marcos Egydio Martins. O COPOL identificou a necessidade de sair uma norma. Marcos Egídio trabalhava no Instituto Ecofuturo, uma organização da Suzano Petroquíma e da Suzano Papel e Celulose que cuida de responsabilidade social ambiental. Quando ele voltou, a ABNT criou um grupo", conta. Ele destaca que, simultaneamente, a ISO criou um grupo para avaliar a oportunidade de se desenvolver uma norma neste sentido. "Enquanto a ISO discutia se criava ou não, a ABNT criou a CEET. Em 2004, a norma estava pronta."O diretor diz que para chegar aos vinte itens da norma brasileira, foram incorporados tratados como a Carta da Terra e a Declaração dos Direitos Humanos, além do trabalho que está sendo desenvolvido pelo grupo Global Compact (Pacto Global), da Organização das Nações Unidas (ONU).Para desenvolver qualquer norma, Amorim explicou que três grandes grupos são envolvidos: produtor, consumidor e neutro. A partir daí foi realizado um trabalho que incorporou grandes empresas, governo e trabalhadores. "Nela, produtor, consumidor e neutro foram identificados em seis grupos de stakeholders. Nós também trabalhamos com eles na concepção NBR 16001", explica.Para o presidente da ABNT, o perigo é confundir a Responsabilidade Social com a mentalidade assistencial. "Esse é um detalhe importante, porque cada um que utiliza um espaço na sociedade para fazer o seu mercado, recebe dela um direito, um alvará de funcionamento. E eu tenho que sentir que tenho alguma responsabilidade com esta sociedade. Não é só o meu lucro", justifica Pedro Buzatto. Ele defende uma mudança de mentalidade. "É mais o ensinar a pescar do que dar o peixe. É exigir uma melhor formação, exigir que os seus funcionários atendam aos programas de segurança, oferecer possibilidade para eles cresçam."Assim como a ISO 26000, a ABNT NBR 16001, não é certificável. Buzatto fala sobre o receio de que a certificação faça destas normas barreiras tecnológicas ao comércio. Já Amorim diz que quando a norma internacional for publicada, a nacional deverá incorporá-la, passando a ser chamada de NBR ISO 26000.

Consumidor consciente - Outro forte motivador das normas de Responsabilidade Social é o próprio consumidor, cada vez mais consciente. Buzatto lembra que, durante anos, o comércio foi comandado pelo fabricante. "Havia até uma frase em que o fabricante dizia: não me interessa saber o que o povo quer, vou fazer ele comprar o que eu produzo." Amorim acrescenta a célebre frase de Henry Ford: "Eu vendo carro de qualquer cor, desde que seja preto."O presidente da ABNT acredita que a grande virada no comércio internacional e no relacionamento comercial entre os países foi reflexo da mudança de mentalidade do consumidor. "Hoje quem está ditando a forma e o produto é ele. Quando o país deixou de ser miserável, o consumidor começou a ser exigente. Se você tem os seus recursos, não os destina apenas ao luxo. O consumidor está adquirindo uma força tremenda."Amorim acrescenta que a norma passou a ser uma necessidade, porque as organizações de defesa do consumidor exigiam. "Eles querem saber o que estão comprando, se a empresa que está vendendo tem Responsabilidade Social." Outro tema em pauta é o fairtrade (comércio justo). "Agora além de saber se a empresa é responsável, o consumidor também que saber se ela utiliza práticas justas de comércio. Se não explora o trabalho escravo, infantil... Aí começa a você ter uma série de conceitos diferentes", conclui.

Espaços democráticos - Para trazer a público as discussões e o conteúdo até então desenvolvido, grupos brasileiros envolvidos no processo têm promovido seminários e workshops. O último deles foi o workshop temático A Agenda da Sustentabilidade na ISO 26000, que contou com a participação de mais de 100 pessoas. Realizado pela ABNT em parceria com a Petrobras, no dia 23 de agosto, em São Paulo, o encontro teve como foco os sete principais temas da ISO 26000: direitos humanos, meio ambiente, práticas de operação justas, desenvolvimento social, governança organizacional, direitos do consumidor e práticas de trabalho. Nele também foram distribuídas cópias da norma ABNT NBR 16001 e do WD3 (3º rascunho do projeto), em português. A partir desse workshop, especialistas da delegação brasileira, que têm a Petrobras como representante do stakeholder indústria, levarão subsídios para a reunião internacional do Grupo de Trabalho de Elaboração de Norma, que será realizada em novembro, em Viena. A parceria entre a ABNT e a Petrobras prevê ainda outros seminários e eventos destinados a estimular a disseminação e contribuição com os trabalhos dos delegados brasileiros. O Ciclo Petrobras de Responsabilidade Social, em sua versão 2007, começa em Manaus no dia 27 de novembro. No mês de outubro, a iniciativa será incluída na programação do Exponorma, evento realizado pela ABNT, em São Paulo, nos dias 29 a 31, em comemoração ao Dia Mundial da Normalização (World Standard Day), 14 de outubro. 

Serviço:
O material produzido nas discussões da norma internacional está disponível no site da ISO, em inglês. Os rascunhos do trabalho, os Working Drafts (WDs) 1, 2 e 3,  foram traduzidos para o português e podem ser acessados na página do Grupo de Articulação das ONGs brasileiras (GAO).
 
Associação Brasileira de Normas Técnicas
www.abnt.org.br
Organização Internacional para Padronização
www.iso.org/sr
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