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GESTÃO E USO DA ÁGUA
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Estudo propõe mudanças para garantir acesso e sustentabilidade

A Agência Nacional de Águas aponta problemas e sugere mudanças estruturais no uso da água por parte de seus maiores usuários: agricultura, geração energética e sistemas de esgotos.

SÃO PAULO – O Brasil ainda não possui um sistema eficaz de gestão e distribuição dos seus recursos hídricos. Para que o acesso à água atinja toda a população brasileira, a Agência Nacional de Águas (ANA), em seu relatório GeoBrasil divulgado em 06/03/07, aponta que serão necessárias até 2020 mudanças estruturais para três dos principais usuários das águas do país: agricultura, geração de energia e diluição de esgoto doméstico e industrial.

Cerca de 12% das águas doces superficiais do mundo estão localizadas no Brasil. Ainda que se leve em conta a oscilação da vazão dos rios ao longo do ano, o país tem capacidade para atender 57 vezes a sua demanda atual e poderia abastecer uma população de até 32 bilhões de pessoas.
Mas, além, de o sistema atual de distribuição de água ser falho, outras questões também dificultam o atendimento igualitário à população. O relatório da ANA aponta que os recursos estão distribuídos de forma desigual em termos geográficos e populacionais. A Amazônia, por exemplo, possui 74% da disponibilidade de água, mas a Região Hidrográfica Amazônica é habitada por menos de 5% dos brasileiros.
A ANA também atenta para o fato de que a maior demanda pela água não vem do consumo humano urbano e rural - que corresponde a 27% do uso total - mas sim da agricultura (46%).
Hoje, apenas 54% dos domicílios no Brasil têm coleta de esgoto e serão necessários mais de R$ 178 milhões até 2020 para efetuar as melhorias que garantam a universalização do sistema de esgoto e de água. "Haverá grande demanda de investimentos na coleta e no tratamento de esgoto, o que dificultará o alcance da meta setorial de universalização do atendimento até 2020 em bacias que não tenham os instrumentos de gestão devidamente implementados e operativos, em especial a cobrança pelo uso da água", prevê o estudo.
Bruno Pagnoccheschi, diretor da ANA, avalia que, por outro lado, há avanços que já contribuem para reverter a concentração e o desperdício de recursos hídricos. Ele menciona a promulgação da lei de saneamento básico como um ponto positivo no processo.

Diversidades regionais

O país está dividido em 12 regiões hidrográficas e cada uma delas apresenta características e problemas específicos relacionados a suas disponibilidades de água. O fato acaba se tornando mais um dos desafios para o poder público coordenar as suas ações. O estudo da ANA destaca a região Amazônica, a bacia do Alto Paraguai e o Pantanal, os cerrados, o Semi-Árido, a Zona da Mata e as regiões metropolitanas como áreas importantes em termos de necessidades e disponibilidade hídricas.
Com essa distinção geográfica, o estudo contextualiza os problemas de acordo com a realidade do lugar, como no caso das regiões Sudeste e Sul. As altas taxas de urbanização são apresentadas como responsáveis pela má qualidade da água em aglomerados urbanos. Já na bacia do Alto Paraguai, a expansão da fronteira agrícola na área de nascentes de rios, o garimpo, o pisoteamento das margens pelo gado são alguns itens que vão na contramão de uma melhoria no sistema hídrico do país.
"É preciso que as políticas públicas de outras áreas evoluam e sejam construídas de forma harmoniosa, porque só o setor de recursos hídricos não conseguirá solucionar todos os problemas", avalia Pagnoccheschi, ao lembrar que existem fatores externos ao universo da água, mas que acabam interferindo diretamente no problema.

Propostas

Diante da diversidade de problemas, a ANA propõe em seu relatório 91 propostas que pretendem contribuir para um modelo sustentável de uso e gestão dos recursos hídricos do país.
No setor da agricultura, a ANA espera que, no futuro, os sistemas irrigados passem a utilizar técnicas que promovam a conservação de água.
"A matriz de energia elétrica poderá sofrer alterações com o apoio de outras fontes e estratégias de uso, que incluem a nuclear, outras fontes não-convencionais e programas de conservação de energia", sugere o relatório em termos de geração energética.
Entre outras recomendações o relatório destaca o fortalecimento e aprimoramento do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH), responsável pelas diretrizes dos modelos de gestão compartilhada da água. Pagnoccheschi destaca que o SINGREH tem contribuído para a alocação da água no país. "Ele tem caráter descentralizado e participativo. Os problemas são muito grandes, os avanços são tímidos, mas vislumbramos maior sustentabilidade com o fortalecimento do Sistema", avalia o diretor da ANA.

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