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PROPOSTAS ALTERNATIVAS AOS PROBLEMAS AMBIENTAIS MOVIMENTAM FSM NA ÁFRICA - Estadão
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Superando todos os obstáculos possíveis e imagináveis, quenianos já capturam a atenção da grande mídia mundial.

Por Renato Gianuca - Nairobi, Quênia

Naibobi, Quênia - Karibu ao FSM! Ou em bom português, bem-vindo ao Fórum Social Mundial. Os africanos em geral - os quenianos, em particular - venceram todos os obstáculos possíveis e imagináveis para concretizar esta sétima edição da reunião nascida ali em Porto Alegre, no ano de 2001. E, até este Domingo tranqüilo, aqui em Nairobi, as previsões dos organizadores estão se concretizando. O grande evento já captura a atenção da grande mídia mundial.

Sábado à noite, as redes internacionais de televisão já mostravam as imagens da grande marcha que abriu o sétimo FSM. Jornais de todo o mundo em suas edições on line registram os acontecimentos do FSM. E os principais periódicos de Nairobi abrem páginas e páginas sobre o Fórum, sob vários aspectos. Desde os eventos culturais, inseridos na programação, até amplas matérias que buscam explicar o que significa esta reunião de cidadãos de todas as partes do mundo, reunidos na capital queniana.

Nunca é repetir, usando agora um pouco de um dos idiomas locais do Quênia, o FSM representa uma jukwaa global. Na linguagen Kiswahili, isso quer dizer que o FSM é uma plataforma global. São grupos e pessoas engajados na construção de um mundo melhor e mais digno para todos, superando toda sorte de exclusão. Seria a construção de uma sociedade planetaria mas centradas nos seres humanos, suas necessidades e plena realização de suas qualidades, idéias e identidades.

Mas, voltando aa programação deste domingo, dia 21 de janeiro, posso constatar que vários pontos básicos do movimento ecológico foram debatidos, em seminários, palestras e eventos variados. Aconteceu, por exemplo, uma palestra sobre a Justiça ambiental e os mercados ambientais, e por quais razões esta iniciativa não está dando certo, um evento sob direção de militantes da Global Forest Coalition.

A Ação Social das Igrejas promoveu também esta manhã-tarde, aqui em Nairobi, um seminário sobre o desenvolvimento alternativo. Já um grupo que não consegui identificar, chamado Vasuhavia Kutumbakam, chamava a atenção dos presentes no grande estádio de Kasarani para uma palestra sobre o futuro dos socialismos verdes.

Mas no final da tarde, começo da noite, aconteceu o esperado seminario da ONG Citizens Global Platform sobre a mudança climática e os desafios globais. Ainda está presente na memória dos que vivem e trabalham em Nairobi a grande conferência das Nações Unidas, realizada aqui mesmo, em novembro do ano passado. Um amigo da florescente indústria de turismo do Quênia me contou, entusiasmado, sobre a movimentação de cidadãos do mundo todo que estão descobrindo, afinal, este distante - para nós, gaúchos - Leste da África, seus tipos humanos calorosos e hospitaleiros. E com tudo isso, é hora de aguardar para esta segunda-feira, dia 22, o grande debate promovido pelo Friends of the Earth International, com o tema de nossos dias, ou seja como retomar o controle de nossos recursos naturais.

Nesta segunda, também o Italian Committee for Global Water Contract começa seminário mais longo para estudar as propostas alternativas ao próximo Fórum Mundial da Água, a desenrolar-se em Istambul, Turquia, no ano de 2009. Quem imaginava ou escrevia que o FSM não planeja ações ambientais com grande antecedência estará, neste momento, mordendo sua língua. Para retomar algum controle sobre os desastres ambientais já em curso, é preciso, portanto, usar a imaginação, refletir sobre os problemas e, em seguida, começar a agir. A questão preocupante que lanço daqui deste começo de noite agradável, não muito quente, em Nairobi é a seguinte: ainda teremos tempo na tentativa de salvar o velho Planeta Azul?

Texto do jornalista Renato Gianuca, enviado especial da EcoAgencia a Nairobi, Quênia.
Foto Púlsar Agencia Informativa
A reprodução é autorizada, citando-se a fonte.

Leia também as outras reportagens de Renato Gianuca:
FSM começa no Quênia. E já enfrenta o boicote da grande mídia

Problemas ambientais ganham força no FSM em Nairobi

A tradiconal marcha anual abriu neste sábado o Fórum Social Mundial, que se realiza em Nairobi, Quênia. Nosso repórter conta como foi a abertura do evento.

Por Renato Gianuca - Nairobi, Quênia

Nairóbi, Quênia - A tradicional marcha de abertura do Forum Social Mundial (FSM) aconteceu de forma tranquila, aqui na vibrante capital do Quênia. Logo após seu encerramento, numerosos oradores das diversas ONGs discursaram para uma platéia de militantes, simples curiosos e - claro - os diversos observadores da mídia. Estavam todos lá, desde os repórteres australianos, curiosos pela novidade do evento (para eles), até editores políticos de paises como Bangladesh.

Mas, a exemplo do Fórum Econômico de Davos, que tambem começou neste sábado lá na friorenta cidadezinha suíça, os problemas da mudança climática e do aquecimento global começam, finalmente, a ocupar o seu espaço.

Mas, e importante ressaltar: Segundo recente pesquisa do IBASE, com base em dados colhidos no Fórum Policêntrico de Caracas, no ano passado, recém agora os africanos começam a despertar para as questões ambientais. De fato, esse é um dado cultural bem explícito, de acordo com os pesquisadores brasileiros, presentes aqui em Nairobi.

Para boa parte dos africanos, a questão ambiental passaria a um segundo, ou terceiro plano, em função justamente do desemprego e da crescente pauperização da maioria das populações, já afetadas por grandes epidemias de febre amarela, malária e AIDS, entre outras desgraças. Assim, para eles, o emprego deve estar acima de considerações ambientais, conforme a pesquisa realizada em Caracas, em 2006, junto aos participantes da América Latina e da África.

Esse fator não impediu que boa parte da programação desta sétima edição do FSM fosse dedicada, já a partir deste Domingo (21), a temas que bem conhecemos aí no Brasil, tipo mudanças climáticas e suas desastrosas conseqüências para o futuro deste velho e cansado Planeta Azul.

No primeiro dia, neste sábado (20), à parte a marcha e suas manifestações, que se estenderam ao longo de toda a tarde, o FSM e seus participantes apenas "aqueceram os motores". Hoje, domingo, começam, de fato, as atividades que incluem conferências, seminários, apresentação de filmes e muito mais. Na chegada, após a extenuante viagem desde Porto Alegre, com escalas em Brasília, São Paulo e Johannesburgo, este repórter pôde constatar que a previsão dos organizadores está perto de suas previsões.

Devem estar presentes mais de 100 mil participantes de todos os continentes, desde a Oceania, América Latina, o Caribe, a América do Norte, Europa e de todas as partes do vasto continente africano. Todos na busca de um mundo melhor, mais justo e digno para as atuais e as futures geracões.

A distância impediu uma maior presença brasileira. Mas cerca de 400 militantes estão por aqui, seguidos de perto por grandes e pequenos representantes da mídia. O secretario geral da Presidência da República, Sr. Luiz Dulci, veio representando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E nosso conhecido deputado Tarcísio Zimmermann também chegou, exausto, neste sábado. Na recepção do Hilton Hotel, ele falou rapidamente com este repórter, queixou-se da viagem e foi dormir.

Tambem os coleguinhas da Rede Globo falaram das horas passadas no aeroporto de Guarulhos, à espera da decolagem do avião que os trouxe até aqui. São os percalcos profissionais, claro. Mas tudo vale à pena, para conhecer a gente gentil e hospitaleira que habita esta grande capital do Leste da África. Agora, resta esperar os debates que vão se suceder até o dia 25. Até la, então.

Texto do repórter Renato Gianuca, de Nairobi, Quênia.
Exclusivo para EcoAgência Solidária de Notícias Ambientais.
Fotos Púlsar Agencia Informativa.
A reprodução é autorizada, citando-se a fonte.
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