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Gestão de Diferenças
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Partimos da consideração de que as diferenças e conflitos em potencial são partes integrantes do processo de gestão coletiva e se revela como um indicativo da existência da própria participação democrática e cotidiana, da busca de integração e da descentralização, pela possibilidade de debates públicos e política ativa no grupo.

Um conflito não é algo dado em si, existente, mas sim construído nas relações. Nas dinâmicas sociais, econômicas e políticas surgem conflitos que envolvem interesses do individual ao coletivo numa mesma dada situação. Nessa complexidade, uma única disciplina do conhecimento não pode ser suficiente para o tratamento de conflitos, principalmente aqueles ligados à promoção da sustentabilidade.

Um conflito não é algo dado em si, existente, mas sim construído nas relações.

Partimos da consideração de que as diferenças e conflitos em potencial são partes integrantes do processo de gestão coletiva e se revela como um indicativo da existência da própria participação democrática e cotidiana, da busca de integração e da descentralização, pela possibilidade de debates públicos e política ativa no grupo.

Se cada indivíduo ou grupo em um dado contexto está à procura única e exclusiva de seus próprios interesses, é provável que qualquer iniciativa de reuni-los resulte em conflitos de interesse entre eles, o que pode representar entrave e resistência para o avanço do processo desejado.

Nas dinâmicas sociais, econômicas e políticas surgem conflitos que envolvem interesses do individual ao coletivo numa mesma dada situação. Nessa complexidade, uma única disciplina do conhecimento não pode ser suficiente para o tratamento de conflitos, principalmente aqueles ligados à promoção da sustentabilidade.

O tratamento adequado dos conflitos existentes entre os vários agentes de qualquer processo de gestão e também os novos conflitos emergentes durante o processo é certamente uma tarefa desafiante, requerendo a capacidade de orientação do processo de modo a possibilitar um redirecionamento do movimento para fins cooperativos.

Quando várias lideranças representam interesses de distintos grupos, há composição de diferentes forças e a tendência à tensão é natural. O foco deve estar nos aspectos que unem e não nos aspectos que separam os indivíduos ou grupos.

Apesar de diferentes interesses, a cooperação pode ser crescente, à medida que as interações entre os participantes se dinamizam e eles vão descobrindo que, por meio de objetivos superiores e o estabelecimento de Parcerias, os resultados podem ser favoráveis a TODOS.


Chegar a resultados comuns nas decisões coletivas é uma verdadeira arte, um trabalho contínuo do grupo e do indivíduo. Consenso é um processo para tomada de decisões que busca obter a harmonização de diferenças de forma pacífica e desenvolvimento cooperativo de decisões que todos podem apoiar. Para o consenso funcionar é necessário reunir cinco requisitos básicos em um grupo:

  • A disposição de compartilhar o Poder
  • Intenção comum
  • O compromisso consciente e informado com o processo de Consenso
  • Agendas sólidas: pauta
  • Uma facilitação efetiva (posição neutra).
    • Apresentação das propostas - em relação aos valores e princípios centrais do grupo - e como estes estariam sendo promovidos caso a proposta seja aceita. Evitar foco nos conflitos e diferenças.
    • Diálogo aberto e sincero - onde se pode identificar os mecanismos do "eu quero porque quero" e assim desfazer os jogos de poder tão arraigados na nossa cultura. Seguramente, o desapego da própria idéia facilita o processo. Ao término deste diálogo o consenso pode emergir.
    • Identificação das preocupações presentes no grupo. É importante evitar-se qualquer discussão sobre maneiras para solucionar estas preocupações. Manter o foco na expressão das preocupações e clarear as comunicações, propiciando um clima de cordialidade.
    • Encontrar soluções. Algumas preocupações podem ser solucionadas facilmente, e podem se revelar neste momento.
    • Agendar futuras reuniões para atender questões não solucionadas. Pode ser necessário discutir e solucionar assuntos delicados um a um, antes que se alcance o consenso.
    • Avaliação - deve ser construtiva e incluir comentários tanto positivos como negativos. Pode ser útil que um membro assuma o papel de observador, reportando ao final os comportamentos disfuncionais no grupo.
    • Em situações de impasse, chegar ao consenso não significa, necessariamente, adotar uma ou outra posição, mas sim, entregar-se aos vários fatores envolvidos e suas implicações. É a busca da síntese das diferenças, como um garimpeiro à procura de sua pepita de ouro. Podemos assim chegar à manifestação da consciência de grupo.


      Partilhamos a compreensão de que a semente da Cooperação cresce espontaneamente do simples fato de nos percebermos integrantes de um verdadeiro Grupo, em unidade e comunhão de Propósito. Além deste aspecto essencial e a importância de sua contínua vitalização, bem como organização geral e comunicação cuidadosas, outro aspecto fundamental na coesão de um Grupo provém do coração.

      O filósofo Schopenhauer sustentava que a raiz da ética é a empatia: que o comportamento ético provém de uma profunda conexão com a humanidade do outro.

      Carl Roger nos fala sobre a empatia: "Quando alguém realmente escuta você, sem julgamento, sem procurar assumir responsabilidade por você, sem tentar moldá-lo, isso é uma sensação muito boa. Quando fui ouvido e fui escutado, sou capaz de reperceber meu mundo de uma nova maneira e ir em frente. É impressionante como elementos, que pareciam sem solução, tornam-se solucionáveis quando alguém me escuta."

      A relação empática é um exemplo vivo de presença e é transformadora. Assim, o autêntico espírito de grupo emerge na construção de relações e laços afetivos sólidas, numa comunicação efetiva, olho no olho, onde as experiências partilhadas e desafios possam favorecer as bases de um entendimento mútuo, com amorosidade e elos de confiança. Somos levados também a pensar que o exercício consciente da Cooperação no dia a dia contribui de modo orgânico e efetivo para a manifestação da Consciência de Grupo.

      Tudo isso certamente é válido de um pequeno Grupo de estudos ou de trabalho a abrangentes organizações internacionais tais como a ONU - em seu papel e sentido originais: respeitar as diferenças, favorecer negociações e o bem estar de todos os povos, garantindo a Paz entre as nações.


      Linguagem é o modo particular por meio do qual uma época, uma região, um grupo social ou uma pessoa se expressam.

      A Cooperação é a força unificadora mais positiva que agrupa uma variedade de indivíduos com interesses separados numa sociedade coletiva. (Haratmann)

      Sabemos que, muito mais que uma ferramenta para atingir objetivos, a Cooperação precisa ser aprendida e praticada em nossa sociedade.

      A Linguagem Cooperativa se propõe a nutrir a Cultura da Cooperação, tal como proposta no processo dos Jogos Cooperativos e tem como base o trabalho de "Comunicação Compassiva".

      Como um dos possíveis caminhos de educação/reeducação e como filosofia de vida, os Jogos Cooperativos representam um importante movimento mundial. Terry Orlick, da Universidade de Ottawa, Canadá, foi um de seus seus precursores, com a publicação do livro "Vencendo a Competição" em 1978. Aqui no Brasil, no início da década de 90, tivemos como pioneiro Fábio Otuzi Brotto, focalizador do Projeto Cooperação ( www.projetocooperacao.com.br )

      De lá para cá, em crescente aplicação, os Jogos Cooperativos vêm sendo difundidos por diversos profissionais nas mais diversas áreas, dentre as quais, esporte, educação, treinamento e desenvolvimento de pessoal em recurso humanos, projetos sociais, cultura, lazer, etc.

      Este trabalho, com uma pedagogia e uma cultura da Cooperação, vêm promovendo a "ensinagem" de novos modos de auto-percepção, de percepção do outro e de percepção do mundo, repensando com sucesso o velho paradigma da competição, individualismo e outros condicionamentos.

      A Comunicação Compassiva foi desenvolvida por Marshall Rosenberg, PhD, conhecido mundialmente por seu trabalho de paz entre comunidades em conflito, Doutor em psicologia clínica, desde 1966. Ele e seus associados estão atuando nos cinco continentes, oferecendo habilidades de convivência não-violenta a educadores, estudantes, pais, profissionais das áreas de saúde e saúde mental, em delegacias, quartéis, presídios, igrejas, na gestão pública, a mediadores de conflito, administradores, advogados, ativistas e diplomatas. A Comunicação Compassiva oferece meios práticos para que possamos viver a visão compartilhada pela psicologia moderna e tradições espirituais milenares. É uma ferramenta que facilita a transformação de conflitos em diálogos construtivos, dissolvendo a violência, possibilita relações de respeito sustentáveis, aprimora a parceria e desperta nossa essência solidária.

      "Ouvir com empatia não significa fatalmente fazer o que a outra pessoa quer; significa, isto sim, mostrar o conhecimento e respeito pelo mundo interior daquela pessoa. Receber com empatia uma mensagem, procurando perceber o outro, suas necessidades e pedidos, isentos de críticas ou exigências, é um gesto de reciprocidade. Falar a partir do coração é um gesto de amor, dando às outras pessoas uma oportunidade de contribuir com o nosso bem estar e praticar a generosidade." (Marshall Rosenberg)

      Pela Linguagem Cooperativa, estamos procurando desenvolver a sistematização do conjunto de conceitos próprios da filosofia e da prática da Cooperação. Por meio de uma série de exercícios de simples aplicação no cotidiano, desenvolvemos a expressão sincera de sentimentos e necessidades pelo exercício da conexão empática, promovendo a qualidade das relações intra e interpessoais.

      A prática da Linguagem Cooperativa demonstra-se como uma possibilidade bastante apropriada para a gestão de conflitos nos mais diversificadas situações.

      Procuramos evidenciar que o adequado tratamento de conflitos requer uma abordagem interdisciplinar, agregando elementos pessoais, macro e micro presentes em cada caso.

  • Numa reunião, podemos indicar as principais fases formais em busca do consenso:

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